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O vazio que eu digo ser você é uma dor que eu insisto, que eu imploro
As bombas que explodem em mim, são por qualquer motivo

Dos pés ao coração sou Israel, mas minha cabeça é Palestina
Esse bombardeio Ana, um dia me mata
um dia mata a nós dois

E este oco que não é meu, é sua grande terra prometida. Ao me olhar você deveria recitar um poema bonito, proclamar vitória, me marcar com suas bandeiras, explorar o território, buscar tesouros em minhas profundezas. Me chamar de amor  
Mas você faz desdém Ana, você me causa guerra e nunca me deixa florescer na primavera, mata todas as crianças, e nunca amor.

Nunca amor Ana, nunca amor.


Ribossomos, Ana você quer descobrir as Índias 
Índia não há mais.

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A comunicação de sentimentos à distância sempre foi mais fácil. A ausência do olhar do outro nos libera. Nos tornamos mais atrevidos e espirituosos quando não somos observados. Sem a possibilidade de censura do olhar, a comunicação intelectual e sentimental fica mais intensa. As inibições refluem. Dão lugar a ousadias verbais que só os bêbados e os grandes sedutores se permitem em pessoa. Por escrito, todo mundo é um pouco Don Juan – e isso não é nenhuma novidade.
Ivan Martins - Frente a Frente
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